2022: Portugal — Pequena história de um grande jornalismo II: da segmentação à digitalização

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Jorge Pedro Sousa (Coord.)
DOI: https://doi.org/10.34619/p27e-5jla
978-989-9048-29-4 [Suporte: Eletrónico] |978-989-9048-28-7 [Suporte: Impresso]

Desde 1926, ano em que sobreveio o golpe militar que instituiu a Ditadura, registaram-se consideráveis mudanças na paisagem jornalística portuguesa, sendo de destacar dois processos: o da segmentação mediá- tica, ocorrido quando o jornalismo encontrou, sucessivamente, na rádio e na televisão, novas plataformas de difusão de mensagens; e o da digitalização, que resulta, literalmente, da digitalização dos meios, dos processos e dos produtos jornalísticos. Este livro, segundo volume de uma série, pretende, tal como o primeiro volume, contribuir para narrar a história do jornalismo português por meio de uma abordagem geral, sistemática e diacrónica, da história do jornalismo em Portugal, no caso presente desde 1926. Justifica-se a sua edição porque obras de síntese, como esta, introduzem um assunto, nos seus aspetos gerais, a uma comunidade de leitores. A narrativa é pautada pelo surgimento e desaparecimento de meios jornalísticos e pela referência aos intérpretes da atividade em cada momento histórico — os jornalistas. A obra obedece, na sua ordenação e exposição, à interpretação pessoal do autor sobre o devir histórico, já que a sucessão de factos ao longo da história, alguns mais notáveis e notados do que outros, não tendo significado a priori, necessita de interpretações que a tornem inteligível e compreensível. A perspetiva pessoal do autor sobre a história do jornalismo português revela-se não só na forma como a sua visão da história se expressa na narrativa, mas também na proposta de periodização do jornalismo em Portugal, objeto do segundo capítulo deste livro.

Palavras-chave: História do jornalismo; história dos jornalistas; Portugal

Publicado: 2022-07-18